
Letra:
Metade de mim é rebojo, um sonho curumim
O meu coração: um banzeiro sem fim
E quando meus olhos afogam afoitos, disparam as redes em outros confins
A minha vazante é teu colo: castelo Interior
Escoa da pele a nascente do amor.
A fé que de mim emana tem sangue no brasão
No Igarapé da memória, a sombra do gavião
A sombra, a sombra , a sombra do gavião
A Zinga na beira, a vida é palma da mão
Nas águas , nas águas ,nas águas do Tocantins
A outra metade é remanso, cerrado e solidão
Eu moro na margem da minha ilusão
É quando a chuva desaba do nada, desfaz o açude de erro e perdão
Na lua de mil horizontes, da fonte até a foz
Qual é o segredo que resta entre nós?
No meu pôr do Sol eu calo e a noite que vier
Vem madrigar nas veredas , aldeias de bem-me-quer
Aldeias , aldeias, aldeias de bem-me-quer (2x)
O tempo não pára , a vida é flor de colher
Nas águas, nas águas , nas águas do Tocantins
E assim em teu cais
Eram dois em um só encontro de águas e almas iguais
A sombra
A zinga
Na beira
Aldeias
O tempo
A vida
Nas águas do Tocantins
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